Prodigy

Os entusiastas da música eletrônica poderão dizer que a década deu um salto qualitativo no gênero. Foi durante os 90 que surgiram um monte de sub-gêneros que fazem da cena uma verdadeira salada para leigos como eu.
Mas tivemos entre as ditas bandas pop algumas que vieram deste cenário (você lembra de chamar o seu amiguinho de clubber? Pois é…). Uma delas foi o Prodigy.
O Prodigy surgiu em 1990, com dois manos loucos à frente de um DJ.
De acordo com a Wikipedia: “The Prodigy é uma banda britânica de música eletrónica, considerada uma das maiores referências de um sub-género desta, o big beat. Iniciaram a sua carreira em 1990, quando Liam Howlett, Keith Flint e Leeroy Thornhill se cruzaram num clube na cidade onde viviam, Essex, e decidiram formar um grupo. A intenção era Keith e Leeroy ocuparem a posição de dançarinos, dando assim um contributo para que a música que Liam criava ganhasse vida em cima dos palcos. O primeiro concerto aconteceu no The Labyrinth em 1990, ao qual se juntou por divertimento Maxim Reality (no papel de MC), acabando por ficar até hoje nessa função.”
A coisa até que pegou, os dois manos loucos na verdade viraram vocalistas e o disco de 1996, The Fat of the Land, estourou nas paradas com pelo menos 3 grandes hits que você pode conferir abaixo (respectivamente): Firestarter, Breathe e Smack My Bitch Up. O último causou grande frissom no mundo por ter sido banido pela MTV gringa por ter excesso de apelo sexual e apologia a uma vida nada saudável. Enfim. Veja aí: